Por André SzücsEm competições da União Internacional de Triahlon (ITU), em provas com distâncias olímpicas 1,5km/40km/10km, os atletas da categoria Elite fazem as transições mais rápidas do planeta.
Além de procurar entrar na primeira transição (T1) antes do grande grupo de atletas, bons nadadores em provas da Copa do Mundo também querem ser os primeiros a cruzar a linha de chegada para faturar o grande prêmio, que de fato, serve como um incentivo adicional para ir mais rápido.
Já na primeira transição, competidores da Copa do Mundo precisam de um desempenho impecável para chegar na bike, de preferência em um grupo seleto, para que eles possam trabalhar em conjuntos para se afastar do grupo principal.
Após um percurso de múltiplas volta no ciclismo, uma rápida transição (T2) é fundamental não só para os atletas do pelotão de frente, mas também para os atletas do grupo principal.
Quão rápido são estes atletas de elite? Em 2006, a transição mais rápida de todos os tempos em distância olímpica foi registrada em Hamburgo na Alemanha, com o vencedor do masculino indo um pouco mais do que 1:43 e entre as mulheres cravando 1:53. Nesta prova em particular, o primeiro e segundo lugar foram separados por apenas 11 segundos entre as mulheres e 14 segundos entre os homens. Em uma competição em Ishigaki, no Japão, o segundo lugar masculino terminou apenas um segundo atrás do vencedor. Transições rápidas são essenciais em todos os triathlons da Copa do Mundo. Apenas alguns segundos perdidos na transição podem custar uma posição no pódio. Como um atleta da Copa do Mundo, os atletas de faixa etária também precisam de transições rápidas para serem competitivo em provas sprint e distância olímpica. Aqui estão algumas técnicas que você pode usar para fazer suas transições mais rápidas:
Comece praticando transições rápidas agora
É de costume, os atletas esperarem até uma semana antes da prova para começar a praticar transição...tarde demais! Você precisa treinar e praticar agora, para que no dia da prova, possa executar o mais rápido possível Já como algo natural.
Uma maneira de fazer isso é incluir transições em seus blocos de treino. Além disso, reserve algumas sessões para praticar exclusivamente a transição como simulado de prova, ou seja, o mais rápido possível. Não se preocupe com o treino aeróbico neste dia.
Deixe suas sapatilhas nos pedais presas com elástico
Os atletas de elite deixam as sapatilhas já presas nos pedais para a primeira transição (T1). Após sair da água, eles só precisam colocar seus capacetes, pegar a bicicleta e correr para fora da área de transição.
Para evitar que as sapatilhas toquem o chão durante essa corrida até a linha de monte, eles usam elásticos para prender a sapatilha na quadro da bicicleta. Um lado do elástico é colocado na traseira da sapatilha, de preferência em modelos que já possuem o “gancho” original da sapatilha, que de origem funcional servem para auxiliar no processo de calçar a sapatilha, agora também são funcionais para prender o elástico. O outro lado do elástico, é preso no quadro da bicicleta com o objetivo de manter a sapatilha em uma posição horizontal, ficando mais prático para ser calçada logo após o atleta montar na bicicleta. Um lugar bom para prender é na blocagem da roda traseira.
Uma vez feito isso, quando você começar a pedalar os elásticos se romperão facilmente, nesse ponto, você já estará deslizando os pés na sapatilha.
Coloque seus óculos de sol enquanto pedala
Em vez de colocar seus óculos de sol na área de transição, coloque-os já montado na bicicleta. Se o seu capacete possui entradas de ar frontal, veja se você consegue fixar seus óculos nessa fresta, caso consiga, deixe o equipamento pronto na área de transição antes da prova começar, desse modo, quando você colocar seu capacete, seus óculos estarão seguros até o momento que você já estiver montado na bike com os pés na sapatilha. Caso seu capacete não tenha entrada de ar que possibilite isso, prenda seu óculos com uma fita tape direto no quadro da bicicleta.
Use o “vôo” para montar e desmontar da bicicleta
Atletas na Copa do Mundo estão indo cada vez mais rápidos em cada momento da prova. Eles estão correndo relativamente forte quando saem da T1. Para montar na bicicleta, eles estão utilizando a técnica do vôo, com um movimento de salto, algo parecido como um caubói saltando sobre o cavalo a galope. Antes de se aproximar da linha de desmonte na T2, eles removem os pés da sapatilha e continuam pedalando com os pés sobre ela, da mesma maneira quando eles começam o pedal após o monte da T1 . Perto da linha de desmonte, eles passam uma perna por trás da banco para que as duas pernas fiquem juntas na hora de começar a correr para a transição. Essa técnica exige bastante prática para ser executada.
Use cordões elásticos e sem meias
Os cordões elástico estão disponíveis para compra na maioria das lojas de triathlon. Cordões elásticos permitem que você deslize facilmente seus pés para dentro do tênis, sem desperdiçar tempo.
A prática de correr sem as meias, pode ser interessante para otimizar o seu tempo da transição, mas é extremamente recomendado praticar em seu treinamento antes de decidir fazer no dia da competição. Alguns atletas podem correr sem as meias sem problema algum, já outros atletas podem desenvolver pontos quentes em seus pés, que eventualmente pode vir a florescer as bolhas.
Você pode testar antes aplicando lubrificante, como Body Glide. Durante o teste, observe as regiões que serão um problema em potencial para iniciar o aparecimento de bolhas. Aplique o lubrificante na superfície interna do tênis que está em contato com a região problema. Esse será o local que você aplicará o mesmo lubrificante no dia da competição, no momento que você estará configurando sua área de transição antes da prova começar.
Use uma câmera de vídeo
Se você está tentando melhorar sua transição, ter o seu tempo registrado durante a T1 e T2 é fundamental.
Em uma sessão de treino ou durante um prova, use um relógio para aferir o tempo de ambas as transições. Procure encontrar formas para aprimorar e também fazer repetidamente até que você conclua a melhor maneira. Se você está de espectador em um evento, grave em vídeo a transição das principais faixa etária e os atletas da elite para ver como eles estão fazendo. Você pode captar algumas dicas adicionais. Dessa forma você terá um referencial de comparação com os seus tempos já registrados, cabendo a você estudar as possibilidades que existem nesse novo conteúdo, que possam te beneficiar.
Após um percurso de múltiplas volta no ciclismo, uma rápida transição (T2) é fundamental não só para os atletas do pelotão de frente, mas também para os atletas do grupo principal.
Quão rápido são estes atletas de elite? Em 2006, a transição mais rápida de todos os tempos em distância olímpica foi registrada em Hamburgo na Alemanha, com o vencedor do masculino indo um pouco mais do que 1:43 e entre as mulheres cravando 1:53. Nesta prova em particular, o primeiro e segundo lugar foram separados por apenas 11 segundos entre as mulheres e 14 segundos entre os homens. Em uma competição em Ishigaki, no Japão, o segundo lugar masculino terminou apenas um segundo atrás do vencedor. Transições rápidas são essenciais em todos os triathlons da Copa do Mundo. Apenas alguns segundos perdidos na transição podem custar uma posição no pódio. Como um atleta da Copa do Mundo, os atletas de faixa etária também precisam de transições rápidas para serem competitivo em provas sprint e distância olímpica. Aqui estão algumas técnicas que você pode usar para fazer suas transições mais rápidas:
Comece praticando transições rápidas agora
É de costume, os atletas esperarem até uma semana antes da prova para começar a praticar transição...tarde demais! Você precisa treinar e praticar agora, para que no dia da prova, possa executar o mais rápido possível Já como algo natural.
Uma maneira de fazer isso é incluir transições em seus blocos de treino. Além disso, reserve algumas sessões para praticar exclusivamente a transição como simulado de prova, ou seja, o mais rápido possível. Não se preocupe com o treino aeróbico neste dia.
Deixe suas sapatilhas nos pedais presas com elástico
Os atletas de elite deixam as sapatilhas já presas nos pedais para a primeira transição (T1). Após sair da água, eles só precisam colocar seus capacetes, pegar a bicicleta e correr para fora da área de transição.
Para evitar que as sapatilhas toquem o chão durante essa corrida até a linha de monte, eles usam elásticos para prender a sapatilha na quadro da bicicleta. Um lado do elástico é colocado na traseira da sapatilha, de preferência em modelos que já possuem o “gancho” original da sapatilha, que de origem funcional servem para auxiliar no processo de calçar a sapatilha, agora também são funcionais para prender o elástico. O outro lado do elástico, é preso no quadro da bicicleta com o objetivo de manter a sapatilha em uma posição horizontal, ficando mais prático para ser calçada logo após o atleta montar na bicicleta. Um lugar bom para prender é na blocagem da roda traseira.
Uma vez feito isso, quando você começar a pedalar os elásticos se romperão facilmente, nesse ponto, você já estará deslizando os pés na sapatilha.
Coloque seus óculos de sol enquanto pedala Em vez de colocar seus óculos de sol na área de transição, coloque-os já montado na bicicleta. Se o seu capacete possui entradas de ar frontal, veja se você consegue fixar seus óculos nessa fresta, caso consiga, deixe o equipamento pronto na área de transição antes da prova começar, desse modo, quando você colocar seu capacete, seus óculos estarão seguros até o momento que você já estiver montado na bike com os pés na sapatilha. Caso seu capacete não tenha entrada de ar que possibilite isso, prenda seu óculos com uma fita tape direto no quadro da bicicleta.
Use o “vôo” para montar e desmontar da bicicleta
Atletas na Copa do Mundo estão indo cada vez mais rápidos em cada momento da prova. Eles estão correndo relativamente forte quando saem da T1. Para montar na bicicleta, eles estão utilizando a técnica do vôo, com um movimento de salto, algo parecido como um caubói saltando sobre o cavalo a galope. Antes de se aproximar da linha de desmonte na T2, eles removem os pés da sapatilha e continuam pedalando com os pés sobre ela, da mesma maneira quando eles começam o pedal após o monte da T1 . Perto da linha de desmonte, eles passam uma perna por trás da banco para que as duas pernas fiquem juntas na hora de começar a correr para a transição. Essa técnica exige bastante prática para ser executada.
Use cordões elásticos e sem meias
Os cordões elástico estão disponíveis para compra na maioria das lojas de triathlon. Cordões elásticos permitem que você deslize facilmente seus pés para dentro do tênis, sem desperdiçar tempo.
A prática de correr sem as meias, pode ser interessante para otimizar o seu tempo da transição, mas é extremamente recomendado praticar em seu treinamento antes de decidir fazer no dia da competição. Alguns atletas podem correr sem as meias sem problema algum, já outros atletas podem desenvolver pontos quentes em seus pés, que eventualmente pode vir a florescer as bolhas.
Você pode testar antes aplicando lubrificante, como Body Glide. Durante o teste, observe as regiões que serão um problema em potencial para iniciar o aparecimento de bolhas. Aplique o lubrificante na superfície interna do tênis que está em contato com a região problema. Esse será o local que você aplicará o mesmo lubrificante no dia da competição, no momento que você estará configurando sua área de transição antes da prova começar.
Use uma câmera de vídeo
Se você está tentando melhorar sua transição, ter o seu tempo registrado durante a T1 e T2 é fundamental.
Em uma sessão de treino ou durante um prova, use um relógio para aferir o tempo de ambas as transições. Procure encontrar formas para aprimorar e também fazer repetidamente até que você conclua a melhor maneira. Se você está de espectador em um evento, grave em vídeo a transição das principais faixa etária e os atletas da elite para ver como eles estão fazendo. Você pode captar algumas dicas adicionais. Dessa forma você terá um referencial de comparação com os seus tempos já registrados, cabendo a você estudar as possibilidades que existem nesse novo conteúdo, que possam te beneficiar.
